Jato de luxo avaliado em R$ 12 milhões é apreendido pela Polícia Civil no aeroporto de Jundiaí após alegação de calote. O caso foi registrado na última sexta-feira, dia 11 de janeiro. O pedido para a apreensão veio da dona da aeronave, que relatou à polícia que a venda do avião foi realizada a uma empresa, com o pagamento dividido em 10 parcelas, sendo que somente a primeira foi efetuado.
A Polícia Civil realizou a apreensão da aeronave avaliada em mais de R$ 12 milhões no aeroporto de Jundiaí. A empresa responsável pela operação do jato se manifestou criticando a medida adotada e garantiu que suas atividades seguem sem alterações. A denúncia de calote feita pela proprietária do avião desencadeou a ação policial, que prontamente tomou as medidas necessárias.
Após descobrir que a empresa compradora havia adotado o mesmo procedimento em outros casos, pagando apenas a primeira parcela, a Polícia Civil iniciou as investigações. Em comunicado oficial, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que todo o processo está sendo acompanhado e que as medidas legais cabíveis estão sendo tomadas.
A empresa envolvida na compra do jato, Mennet Aviation, se pronunciou sobre o caso por meio de nota, criticando a ação da polícia e da concessionária do aeroporto. A empresa destacou que irá resolver qualquer questão sobre a compra da aeronave nos termos legais vigentes e que continua operando normalmente, conforme todas as regras estabelecidas.
A TV TEM entrou em contato com a empresa para obter mais informações sobre o caso, mas até o momento não houve retorno. A controvérsia em torno do contrato de compra e venda em discussão judicial será solucionada conforme as normas estabelecidas. A empresa alega que todas as cláusulas contratuais estão sendo analisadas conforme os trâmites legais.


