A Polícia Civil está investigando uma denúncia de maus-tratos contra uma criança em uma creche localizada na Muzema, bairro da Zona Oeste do Rio de Janeiro. A mãe da criança registrou a queixa na 16ª Delegacia de Polícia (Barra da Tijuca), alegando que sua filha, que é autista não verbal, apresentava marcas roxas nos lábios, testa, rosto e orelha ao retornar para casa.
Segundo relatos, a mãe questionou uma funcionária da creche, que teria admitido, em áudio, ter puxado a criança pela orelha. A funcionária teria se desculpado, explicando que a ação foi motivada pelo fato de a criança estar em um local inadequado. Além disso, a funcionária sugeriu que a criança possa ter caído sozinha, mas não descartou a possibilidade de ter havido mais agressões.
Diante da situação, a mãe da criança solicitou uma medida protetiva com base na lei Henry Borel, com o objetivo de evitar que a funcionária se aproximasse novamente da criança. A polícia informou que a criança passou por exames de corpo de delito, e um inquérito foi aberto para apurar todas as circunstâncias do ocorrido.
O caso está sendo acompanhado pela 16ª Delegacia de Polícia, que está empenhada em esclarecer os fatos e garantir a segurança e bem-estar da criança envolvida. A denúncia de maus-tratos contra crianças é um tema sensível e que deve ser tratado com rigor pelas autoridades competentes, visando proteger os direitos das crianças e garantir que casos semelhantes não se repitam no futuro.
A violência e os maus-tratos contra crianças são inaceitáveis e devem ser combatidos com firmeza pela sociedade e pelas instituições responsáveis pela proteção dos menores. É fundamental que denúncias como essa sejam investigadas com rigor, a fim de assegurar a punição dos responsáveis e a prevenção de novos casos. A criança, vítima nesse caso, deve receber todo apoio e assistência necessária para superar o trauma vivido e se recuperar integralmente.


