Mulher é atacada por capivara na Barra; biólogos orientam como evitar incidentes
Uma moradora da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, foi atacada por uma capivara quando passeava com o cachorro perto do Canal de Marapendi. A engenheira Carolina Paz precisou levar três pontos e tomar as vacinas antirrábica e antitetânica. O biólogo Marcelo Mello explica que animal pode se sentir ameaçado e atacar. A orientação é não se aproximar das capivaras, especialmente quando estiver acompanhado de animais de estimação.
Nativas da América do Sul, as capivaras são os maiores roedores do mundo e têm um dos estilos de vida mais tranquilos da natureza. Gostam de tomar sol, passear em família e se refrescar na água, por isso vivem perto de lagoas e canais. No Canal de Marapendi, a presença desses animais chama a atenção dos transeuntes, mas especialistas recomendam manter distância e atenção ao caminhar com pets. O biólogo Marcelo Mello destaca que as capivaras podem se assustar com latidos ou movimentos bruscos, levando a reações de defesa, como ataques.
Carolina Paz ficou com uma cicatriz na coxa esquerda após o incidente com a capivara. Ela enfatiza que não esperava tal comportamento do animal, já que sempre considerou as capivaras como tranquilas. O biólogo Marcelo Mello ressalta que a reação de defesa das capivaras é instintiva e que, ao se sentirem ameaçadas, podem atacar. Por isso, é importante manter a distância, não alimentar os animais e manter os cães sempre na guia ao se deparar com capivaras.
A convivência com a natureza na cidade requer respeito, cuidado e informação para evitar acidentes. Em caso de ataque, é fundamental buscar atendimento médico imediatamente. As capivaras são animais pacíficos, mas podem reagir de forma agressiva se perceberem uma ameaça. Portanto, é essencial seguir as orientações dos especialistas para evitar incidentes como o ocorrido com Carolina Paz. Aproveitar a natureza de forma segura e consciente é fundamental para desfrutar de momentos tranquilos sem riscos.


