O BioParque do Rio, situado em São Cristóvão, na Zona Norte da cidade, encontra-se temporariamente fechado em decorrência da morte de nove galinhas-d’angola. A medida foi tomada visando à segurança, enquanto o local realiza os procedimentos internos de biossegurança necessários. A equipe técnica do parque está trabalhando para submeter os animais a necropsia, a fim de identificar a causa das mortes. Além disso, as autoridades sanitárias foram notificadas e estão acompanhando o caso de perto.
A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais enviou uma equipe de fiscalização ao BioParque do Rio ainda na sexta-feira (18) para investigar o ocorrido. Até o momento, não há uma previsão para a reabertura do local, que permanece fechado temporariamente. A prioridade do parque é garantir o bem-estar dos animais e dos visitantes, seguindo todos os protocolos estabelecidos para esse tipo de situação.
Em comunicado oficial, o BioParque do Rio informou sobre a morte das aves da espécie galinha-d’angola em seu plantel. A equipe técnica do parque seguiu os protocolos internos de biossegurança e notificou as autoridades sanitárias responsáveis. Como medida preventiva, o parque permanece fechado ao público, em conformidade com as normas sanitárias vigentes. Novas informações serão divulgadas assim que os laudos técnicos forem concluídos.
A preocupação com a proteção dos animais e dos visitantes se mantém como prioridade para o BioParque do Rio. A instituição reforça seu compromisso com o cuidado e o bem-estar de todos os envolvidos. Enquanto aguardamos mais detalhes sobre as causas das mortes das aves, seguimos atentos às atualizações sobre o funcionamento do parque, que estará fechado temporariamente até que todos os procedimentos necessários sejam realizados.


